“Marcela Catunda”

Nas Nuvens!

E a gente abre a caixa e encontra um montão de coisas lindas e fofas! ❤

MOMENTO CAIXA!

 

TCHARAM!!!

NHAC!

AI, UMA BOLSINHA ❤

PORTA RETRATO MEGA FOFO!!! 😀

PODE ISSO, ARNALDO? GATINHOS….  Look completo com tênis e tudo mais. 😀

OIM, BOLSINHAS PRA DOLLS! 😀

LOOKS FOFÉRRIMOS E LINDOS! ❤

RAPOSINHA!!! 😀

TECIDINHOS 😀

BOTÕES FORRADOS!!!  😀

 

NUVENS, NUVENS, NUVENS… ❤

TUDO JUNTO!

OLHA SÓ ESSES SAPATINHOS!!

QUER FOFURAS PARA SUAS DOLLS? Agora você  já sabe onde encontrar! ❤

6X6 Novembro

Novembro foi um mês de muito trabalho, corrido pacas mas incrível. Entre os trabalhos, estava criar, pensar, pirar e costurar para o meu primeiro Bazar OGente vou estar lá com a minha PivCat. Tô feliz! ❤ E feliz também com as minhas Blythes, um hobby que começou em setembro dando um brilho especial neste ano, me aproximando de pessoas incríveis e despertando novos aprendizados, como criar e costurar roupinhas pra bonecas. É uma delícia! Bom, chega de papo… 😀 Aqui vão pedacinhos do meu novembro de 2014 😀

Eu sempre quis desenhar. Mas com uma irmã artista de mão cheia e depois um marido ilustrador meus desenhos se deprimiam… Mas tomei coragem e coloquei como meta este novo desafio e tô adorando! Até fiz uns quadrinhos pro Bazar…

Eu sempre quis desenhar. Mas com uma irmã artista de mão cheia e depois um marido ilustrador meus desenhos se deprimiam...Mas tomei coragem e coloquei como meta esse novo desafio e tô adorando! Até fiz uns quadrinhos pro Bazar...

Vivendo e aprendendo a feltrar… Treco difícil!

Bordar também é preciso…

Bonecas fofas e ainda aprendendo a andar de patins? E isso existe? 😀

A primeira Lilitix a gente nunca esquece…  e faz um vestidinho e um chapeuzinho

pra ela ficar ainda mais fofa! Se é que é possível.

😀 😀 😀 😀 😀 😀

AGENDA CHEIA?

engolindosapos

“Segunda eu não posso. Tô atrapalhado. Terça e quarta nem pensar, tô lotado. Quinta eu vou  viajar, mas na sexta, na sexta eu posso. Mas só posso depois das oito. Não, pensando melhor, sábado é o dia pra mim, se bem que… O que você vai fazer domingo? Ixi, domingo é domingo, né? Como você está em novembro? ”

A vá! Me dá um like! Ninguém tem a menor cerimônia de viver sem tempo pra nada. Aliás, quanto mais ocupado você for ou parecer ser, melhor. É como se agenda cheia fosse sinônimo de sucesso e fizesse subir o seu passe.

– Você tem tentado falar com Fulano?

– Não consigo. Ele está super ocupado entrando e saindo de reuniões, viajando…

O que vem depois desta primeira pergunta sofre variações complementares como: deve estar rico, agora é ele que manda, você viu quando ele ganha? Tá. E quem realmente se importa? De verdade. Lá no fundo?

Para os ocupados, uma vida atribulada. Mas nem todos estão realmente ocupados. É que ainda tem gente que acredita que ser inacessível é sinal de status e um tapa na cara de quem ele julga ser um desocupado. Plaft! Pra mim, quem pensa assim está no calcanhar da escala evolutiva. Mas não vamos falar disso, embora eu precisasse falar pra poder chegar no íntimo da minha Agenda de Emoções. Calma, eu exemplifico:

“Hoje eu não posso. Estou com medo. Terça e quarta nem pensar, tô tão triste… Quinta eu vou ficar o dia todo em casa chorando de raiva, mas na sexta, na sexta eu posso. Mas só posso depois que meu rosto desinchar. Não posso sair por aí com cara de alcachofra… Sábado e domingo estarei feliz demais para encontrar você. Que tal a gente marcar uma data bem distante? Assim a gente finge que vai se encontrar…”

Pena que dizer o que estamos sentindo não valorize também o nosso passe. Aliás, pelo contrário.

– Desculpe, eu não posso participar da reunião de hoje senão vou voar no seu pescoço.

Não dá falar isso, né? Quer dizer, até dá. Mas é preciso ter coragem pra falar e o dobro da coragem para arcar com as consequências. E de repente a gente vai engolindo os sapos e junto com eles as emoções. A terça triste, a quarta ansiosa, a quinta medrosa, a sexta pouco esperançosa, o sábado tenso, o domingo intenso… Engole, engole e joga pra segunda, mas segunda é um dia cheio e daí a raiva fica pra terça. Ahhh tá! Mas não fica mesmo. E dá-lhe somatizar.

Por isso, implantei na minha vida o método de emoções Tabajara… Brincadeirinha! O título não é esse, mas é um método de aprendizagem. É que estou aprendendo a viver respeitando minhas emoções. Eu disse vivendo e não vivendo perigosamente. Não poderia me guiar cem por cento por minhas emoções, certamente boa parte delas me jogaria de alguma ponte e eu não tô podendo encarar uma reencarnação de culpas e tragédias. Vamos ver se podemos resolver parte disso tudo numa vida só. Nessa, de preferência.

Minha agenda funciona assim: ao detectar a emoção do dia eu a transformo em uma espécie de trilha sonora. Passo o tempo que for preciso com ela, sem miguelagens. Nós duas e um dia inteiro pra viver e se entender. Tem sido libertador e me ajudado pacas na construção de dias seguintes genuinamente felizes.

Momento Sentimentalistas Anônimos: Eu sei o que estou sentindo hoje. E você?

6X6 3.0

6 de junho, chove em São Paulo, tem greve de metro, jogo do Brasil…

… E  aqui vão minhas fotos do mês procês do grupo seis por seis.

  1.  Divinos, pra proteger e colorir minha casa.
  2. Porque o dia dos namorados vem aí 😀
  3. Bordadinho do mês. Como eu queria poder bordar mais…
  4. Louca por linhas e tecidos vintage.
  5. Para os dias frios, casaco e abrigo de gata: – Mãe, faz cafuné?
  6. Eu de papel. Tentativas e testes para um novo projeto.

Divino Maravilhoso

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Processed with Rookie

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Feliz mês de junho pra todos (as) participantes do grupo e também pra quem passa por aqui só pra dar uma olhadinha!

 

 

Do Ponto com para o Ponto cruz?

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Não. Não é nada disso!

Eu ainda sou free, muito free. Eu sou free demais. Sou free há quase uma década. São muitos e muitos dias entre o aqui e o lá, correndo para apresentações, pra pegar jobs, pra entregar jobs e também para perder uns quilos na linha de cintura. Haja esteira pra tanta caloria! Matemática injusta e como toda injustiça, cruel.

Alguns leitores dos meus tempos de revista webdesign me perguntam onde eu fui parar. Poutz! Fui pra tantos lugares e em muitos deles ainda estou. Em alguns de corpo em outros de alma.

Nunca curti essa coisa de fazer uma coisa só. Mas depois de muitos anos de carteira assinada e outros de freela resolvi dar um rumo pra minha vida e foquei no que mais gosto de fazer: criar. Criar roteiros, criar estórias e histórias, criar textos, criar produtos, criar personagens, criar caso. Sim, eu também crio caso.

E esse amplo criar tão complexamente grande abrange tanto, tanto que confunde.

–   Você lava, passa e faz faxina. É isso? – pergunto para uma voluntária ao cargo.

–   Só limpo. Não lavo e nem passo. – responde.

–   Entendo. Não dá tempo, né? – inocente pergunto.

–   Nem se desse. Ahhh! E também não limpo dentro de armário, nem de forno de fogão e nem desses forninhos pequenos, sabe? Também não limpo dentro de máquina de lavar. Geladeira nem pensar. Só por fora. Ah! E saio no máximo as cinco. – respondeu dando uma boa olhada para minha Brastemp Inverse.

–  Entendo. Obrigada. Felicidades, passar bem, quer dizer, eu sei que você também não passa, mas… obrigada. – aproveito a deixa do “fora” pra dar o meu.

Tamanha sinceridade ou “sincericídio” não seria tão bem aceita no mundo coorporativo. Imagino a cena. Eu, sentada em uma sala, ao lado de um grande cara de uma grande empresa dando o texto abaixo:

–   Só trabalho com quem eu admiro, não quero saber de ninguém berrando na minha orelha, não simulo produtividade, jamais dê tapinhas nas minhas costas ou atrase o pagamento da minha nota e por favor, não peça minha opinião se não quiser de fato escutá-la. Ahh! E eu saio as cinco.

Brincadeira. Eu não saio as cinco. Eu trabalho de casa 😀 Eu entro as cinco!

É! Adoro acordar de madrugada e socar um teclado. Eu, meu quarto, aquela onomatopeia nada orquestrada de letras, o respirar dos gatos jogados pelo chão e o som dos passarinhos. Tudo na penumbra do pré amanhecer com a feliz esperança de que logo mais, ali na minha janela, irá nascer um novo dia. Um dia novo. Um novo e feliz mais um dia!

Projeto 6X6

Março passou voando e o dia seis chegou! Aqui vão as minhas fotos.

Boneca_marcela

 

Amor por Laranjas

 

6_3final

 

balas_final

 

mae

 

mila_castrada

 

Na primeira foto detalhes do meu lado handmade,

Minha paixão por gatos laranjas continua com Frederico Primeiro na segunda foto,

da minha coleção de kewpies os gêmeos Kew Kew na terceira foto,

Latinha e balinha duas paixões numa só na quarta foto,

mãe, mãe, manhê, nem toda açúcar mata a saudades dela na quinta foto

e pra encerrar minha gatinha borralheira pós castração.

E agora, hora de ver as fotos de mais 6 participantes do 6X6

LUD

FABI

JHUNIOR

LOU

RAQUEL

DEBORA

Obrigada Lud 😀

A Gente Se Acaba!

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Correria! Trânsito pra chegar! Chances de encontrar uma vaga no estacionamento do shopping proporcionalmente igual a de ganhar sozinha na Mega da Virada! Três elevadores errados, dois lotados, uma escada rolante, uma amiga te esperando na porta da feira com o seu ingresso comprado, uma pulseirinha no pulso e obrigada, cheguei.

E fazer tudo isso pensando que se eu demorasse mais dois minutos todos os tecidos lindos da feira teriam acabado… é um peso. Louca? Um pouquinho. Quem é como eu compreende. E como é bom não estar sozinha nessa loucura. E éramos muitas ontem! E todas de olho nas novidades, nos tecidos, nos projetos, acessíveis, trocando dicas, sorrisos, experiências, vendo produtos, curtindo ideias, babando nas máquinas de costura. Ai, eu sempre preciso de mais uma. Será? Acho que sim.

E tem o carinho de encontrar as queridas e talentosas amigas expondo suas fofuras, ou simplesmente passeando. Abraço aqui, beijo ali mas nada que demore demais ou aquele tecidinho lá de passarinho branco e azul vai terminar. É! Durante essa imersão no fantástico mundo das feiras cada minuto de dispersão pode significar um metro e meio a menos daquele tecido que você tanto precisa. Aliás, como seria sua vida sem ele?

E além dos grandes pedaços existem também os pequenos, os kites: xadrez com bolinha e estampa, estampa com estampa e estampa, liso com estampa e bolinha, bolinha com bolinha e bolinha e azul com azul e branco e todas as outras mil cores e estampas e texturas e desenhos. Ai, que loucura!

E passa o cartão e passa o cartão e abre a carteira e fecha a carteira: Agora chega! Mas só até a gente chegar no próximo estande e descobrir que o melhor estava por vir: Por que eu comprei lá? Esses aqui estão tão mais lindos. Mas espera, eu tinha falado isso quando cheguei no outro estande e no outro e no outro.

Eu curto essas feiras onde a gente pode comprar coisas, passear e encontrar as pessoas que a gente gosta e falar e conversar. E horas depois eu saí carregando minhas sacolinhas e parei no Burguer King, afinal o que é mais um pecado para quem já que estava mergulhada na compota da culpa.

E cheguei em casa, empilhei tudo, suspirei e guardei meus novos tecidinhos numa gaveta onde misturo meus queridos aos importados. Tem coisa que eu separo, outras eu gosto tanto que misturo tudo. É a magia do amor.

8a Brazil Patchwork Show (é com Z mesmo)

Já fui!

http://www.wrsaopaulo.com.br/espanol/index.php/eventos/patchwork-sao-paulo

Ponto Number One. Mambo Number Five.

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Meu primeiro ponto foi dado no joelho esquerdo, mas não foi por mim. Foi em um PS no Mato Grosso por uma pessoa que eu não me lembro em um dia que eu prefiro esquecer.

Agora o primeiro ponto feito por mim… Ahhhh, meu primeiro ponto! Torto, sem tensão, fora de prumo, de rumo e tão imperfeitamente bonitão. Gostoso!

A costura me tirou da masmorra do fedorento vício do cigarro, meu companheiro por vinte anos. E quando ele se foi meu pulmão e mãos ficaram vazias. O que fazer com as mãos depois de anos e anos de vício acendendo cigarros, colocando cigarros na boca, tirando cigarros da boca, batendo as cinzas dos cigarros, apagando cigarros, segurando maços de cigarros, abrindo maços de cigarros, colocando os isqueiros dentro dos maços de cigarros… É, a mão andava ocupada e quando a aposentei do trabalho escravo do cigarro pude perceber o quanto inquieta ficamos, eu e ela.

–   E o que vamos fazer? Perguntei.

Origami! Isso! Origami é demais e eu já sei fazer estrelinhas. Mas depois de investir uma grana preta em livros, meses e papéis tive que assumir minha inabilidade tridimensional.

Eu sou dois D.

E foi em um romântico final de semana minha primeira vez.  Luz de fim de tarde, eu e ele na praia com o som do mar ao fundo, ele me olhava, eu respirava fundo. Será? Será que vai ser bom? Será que vamos gostar? Eu preciso ter coragem. E então o peguei nos braços, escolhi uma posição confortável, o mirei com paixão e enfiei a agulha nele. Ahhh! Que doce momento. Eu, ele, um risco de galinha, meia dúzia de fios e uma tesoura sem ponta. E em alguns instantes, para um dos meus mais inesquecíveis regozijos, eu bordei. E bordei, bordei, bordei, bordei, bordei, bordei e bordei. Como eu bordei aquele pano de prato!

Só depois de quase três horas, ao me levantar, pude ver que o bordei na minha saia. Coisa de iniciante. Mas isso era só um detalhe diante tanta emoção. Eu havia dado o primeiro passo em direção a um novo e eletrizante caminho. Eu já não seria mais a mesma e minhas mãos poderiam enfim descansar tranquilas sobre minhas costuras.

 

Vida de Freela


Episódio de Hoje: Marcela De Onde?

É triste, mas ser freela é ter que encarar com certa frequência a famosa telefônica e/ou repecionística perguntinha: Marcela Catunda de onde? No começo eu parava pra pensar enquanto minha vontade era dizer: Me pegou! Ieié pegadinha do Malandro!

Diz que é a Marcela Catunda da Marcela Corporation, mas é ridículo dizer isso. Eu não sou uma corporação, nem uma empresa, mal consigo ser uma pessoa física. Só Deus sabe o que me custa fazer exercícios semanalmente para me manter um ser fisicamente viável.

Eu sou a Marcela Catunda Roteirista. Opa! Tô livre! Mas nem sempre essa resposta é o suficiente e claro tem quem insista na pergunta: Ok, Marcela Catunda Roteirista (pausa) da onde? E daí lá volta o Sergio Malandro. É inevitável. Eu não consigo fugir é um pensamento obsessivo.

Como assim de onde? De mim. Daqui. Eu não sei de onde. Juro que não sei. Se eu soubesse o que dizer eu diria nem que fosse pra me ver livre de você. Mas juro! Juro. Não sei responder a essa pergunta. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Que humilhação. Isso é bem pior do que não ter contracheque pra abrir crediário nas Casas Bahia, mil vezes pior. E olha que passou de doze vezes eu tô comprando.

E é sempre assim. Ser freela é ser bem mais do que uma espécie de profissional disponível no mercado de trabalho (sim a gente trabalha) é também ser uma cobaia perdida entre os labirintos do mundo corporativo a procura de um pedacinho de queijo, compreensão e porque não, um job.  Eu prefiro minha parte em job. Se bem que se rolar compreensão eu tô aceitando.  Agora se minha parte vier em queijo que seja o Minas Pradrão, por favor.

É cada uma.