Costurices

Nas Nuvens!

E a gente abre a caixa e encontra um montão de coisas lindas e fofas! ❤

MOMENTO CAIXA!

 

TCHARAM!!!

NHAC!

AI, UMA BOLSINHA ❤

PORTA RETRATO MEGA FOFO!!! 😀

PODE ISSO, ARNALDO? GATINHOS….  Look completo com tênis e tudo mais. 😀

OIM, BOLSINHAS PRA DOLLS! 😀

LOOKS FOFÉRRIMOS E LINDOS! ❤

RAPOSINHA!!! 😀

TECIDINHOS 😀

BOTÕES FORRADOS!!!  😀

 

NUVENS, NUVENS, NUVENS… ❤

TUDO JUNTO!

OLHA SÓ ESSES SAPATINHOS!!

QUER FOFURAS PARA SUAS DOLLS? Agora você  já sabe onde encontrar! ❤

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Cadê Meu Pacote?

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Pluralizando minha angústia, onde estarão meus pacotes? Sim. Porque um foi e o outro simplesmente não chegou. Onde andarão? Como estarão? Quanto custarão? A encomenda lá perdida e eu … (pausa pra rima pobre) Nem sei o que é pior, se é esperar por um pacote que não vem nunca ou enviar um pacote que nunca chega. É como ter que escolher entre a cruz e a espada.

 De lá pra cá

Será que vai chegar esse ano ou em 2025? É meu dilema pergunta antes de clicar em finalizar quando o pedido é internacional. Haja imposto, haja dólar, haja expectativa. Se a encomenda vier do outro lado do continente então… É preciso estar com o eletrocardiograma em dia. Meu status? Aguardando há quatro meses uma encomenda. (se sentindo fula da vida) – seguro mais uma vez a pobre rima pobre. Dessa vez quase que me escapa.

De cá pra lá

E enquanto encaro a senha 319 para postar uma encomenda, vou vibrando e desejando que ela chegue bonitinha a seu destinatário. É tudo que eu peço. E por garantia, me asseguro e taco o seguro.

–   Por que demora tanto? Será que vai chegar em tempo? – pergunta a paciente cliente.

–   Gostaria de poder responder. Com eu gostaria! – respondo sem resposta.

Mas esperar o que será meu é prejuízo lado de cá. Eu me viro, falo em terapia, xingo, exorcizo comendo um Charge, dois… O problema é quando a encomenda vai. Explicar que ela já foi e que de nossa parte foi em tempo, passar o número de rastreio e mais noventa e sete vezes no site dos Correios pra digitar o tal número e sossegar apenas quando a cliente disser “chegou”. Mesmo que esse chegou não seja seguido de mais nada, nem de um boa noite. A culpa da demora não é nossa, mas mesmo sem querer vai pro nosso pacote. E por falar em pacote…

–   Deu trinta e cinco reais – diz a moça pesando minha caixinha.

–   Dá pra pesar minha preocupação?

Não, esquece! Melhor não pesar senão vou ter que vender o carro parado ali no estacionamento do outro lado da rua que já começa com a bandeirada de 12 paus. Soma o seguro e me segura, por favor… Cara, você já tentou estacionar na porta de um posto dos Correios? Em percentuais, acho que deve ser mais fácil ganhar sozinha na Mega da Virada. Certeza que é. Tá somando? Pacote + Estacionamento + Seguro…

Fora a preocupação que não tem preço. É porque a gente despacha a encomenda pra Minas sabendo que ela pode chegar no Acre ou com sorte em Goiás, que pelo menos faz fronteira com o destino de origem. Ok! Ok! Ok! Nem sempre é assim. Tem encomenda que a gente mal posta e já chega. Mas existe um Triângulo das Bermudas de Caixas Perdidas que a cada envio eu torço para não cair nem ser jogada. A gente vai aprendendo a lidar com isso, mas não devia ser assim. A gente devia poder relaxar a cada envio, pegar o carro de volta pra casa escutando Dentro do Coração do Rádio Taxi e pensando tranquilamente no que fazer pro jantar e claro, para a sobremesa 😀

E aí, qual o seus status?

 

 (texto escrito para o site Superziper)

ÓGente! Quanta gente fofa.

Hoje fui passear no Bazar OGente de dia das mães. Programa delícia pra fazer com calma e curtir. Tanta coisa linda pra ver. Minha nossa! Nem vi tudo. Só o lugar já é inspirador. Perambulei pelos corredores coloridos e cheio de coisas lindas, oficinas, amigas. Pena que nem todas estavam lá.

Mas deu pra abraçar a querida Lu Cotinha e comprar seus tapetinhos mágicos, levar uns tesouros no armarinho vintage das meninas do Super Ziper, passar um tempo com a Simone e suas lindezas da Sia de Arte, comprar fitas adesivas na Móbiles, levar uma caixa cheia de brigadeiros da Ana Cravo e ainda ver as joias lindas da Vivan K, as estampas e produtos do fofíssimo Cuttin’Studio, da Tupã, dar um abraço na querida Patrícia Toyama que também faz coisas lindas e apreciar mais uma boa dúzia de belezuras.

Amanhã tem a Paty Mimmos, Ana Sinhana, Flô di Pá e seus produtos fofos e lindos e coloridos. Ai, como eu queria ir amanhã…Mas você pode ir. Dá tempo e tem um montão de coisas e pessoas muuuito legais por lá. Divirta-se. Eu, me diverti!

A Gente Se Acaba!

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Correria! Trânsito pra chegar! Chances de encontrar uma vaga no estacionamento do shopping proporcionalmente igual a de ganhar sozinha na Mega da Virada! Três elevadores errados, dois lotados, uma escada rolante, uma amiga te esperando na porta da feira com o seu ingresso comprado, uma pulseirinha no pulso e obrigada, cheguei.

E fazer tudo isso pensando que se eu demorasse mais dois minutos todos os tecidos lindos da feira teriam acabado… é um peso. Louca? Um pouquinho. Quem é como eu compreende. E como é bom não estar sozinha nessa loucura. E éramos muitas ontem! E todas de olho nas novidades, nos tecidos, nos projetos, acessíveis, trocando dicas, sorrisos, experiências, vendo produtos, curtindo ideias, babando nas máquinas de costura. Ai, eu sempre preciso de mais uma. Será? Acho que sim.

E tem o carinho de encontrar as queridas e talentosas amigas expondo suas fofuras, ou simplesmente passeando. Abraço aqui, beijo ali mas nada que demore demais ou aquele tecidinho lá de passarinho branco e azul vai terminar. É! Durante essa imersão no fantástico mundo das feiras cada minuto de dispersão pode significar um metro e meio a menos daquele tecido que você tanto precisa. Aliás, como seria sua vida sem ele?

E além dos grandes pedaços existem também os pequenos, os kites: xadrez com bolinha e estampa, estampa com estampa e estampa, liso com estampa e bolinha, bolinha com bolinha e bolinha e azul com azul e branco e todas as outras mil cores e estampas e texturas e desenhos. Ai, que loucura!

E passa o cartão e passa o cartão e abre a carteira e fecha a carteira: Agora chega! Mas só até a gente chegar no próximo estande e descobrir que o melhor estava por vir: Por que eu comprei lá? Esses aqui estão tão mais lindos. Mas espera, eu tinha falado isso quando cheguei no outro estande e no outro e no outro.

Eu curto essas feiras onde a gente pode comprar coisas, passear e encontrar as pessoas que a gente gosta e falar e conversar. E horas depois eu saí carregando minhas sacolinhas e parei no Burguer King, afinal o que é mais um pecado para quem já que estava mergulhada na compota da culpa.

E cheguei em casa, empilhei tudo, suspirei e guardei meus novos tecidinhos numa gaveta onde misturo meus queridos aos importados. Tem coisa que eu separo, outras eu gosto tanto que misturo tudo. É a magia do amor.

8a Brazil Patchwork Show (é com Z mesmo)

Já fui!

http://www.wrsaopaulo.com.br/espanol/index.php/eventos/patchwork-sao-paulo

Ponto Number One. Mambo Number Five.

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Meu primeiro ponto foi dado no joelho esquerdo, mas não foi por mim. Foi em um PS no Mato Grosso por uma pessoa que eu não me lembro em um dia que eu prefiro esquecer.

Agora o primeiro ponto feito por mim… Ahhhh, meu primeiro ponto! Torto, sem tensão, fora de prumo, de rumo e tão imperfeitamente bonitão. Gostoso!

A costura me tirou da masmorra do fedorento vício do cigarro, meu companheiro por vinte anos. E quando ele se foi meu pulmão e mãos ficaram vazias. O que fazer com as mãos depois de anos e anos de vício acendendo cigarros, colocando cigarros na boca, tirando cigarros da boca, batendo as cinzas dos cigarros, apagando cigarros, segurando maços de cigarros, abrindo maços de cigarros, colocando os isqueiros dentro dos maços de cigarros… É, a mão andava ocupada e quando a aposentei do trabalho escravo do cigarro pude perceber o quanto inquieta ficamos, eu e ela.

–   E o que vamos fazer? Perguntei.

Origami! Isso! Origami é demais e eu já sei fazer estrelinhas. Mas depois de investir uma grana preta em livros, meses e papéis tive que assumir minha inabilidade tridimensional.

Eu sou dois D.

E foi em um romântico final de semana minha primeira vez.  Luz de fim de tarde, eu e ele na praia com o som do mar ao fundo, ele me olhava, eu respirava fundo. Será? Será que vai ser bom? Será que vamos gostar? Eu preciso ter coragem. E então o peguei nos braços, escolhi uma posição confortável, o mirei com paixão e enfiei a agulha nele. Ahhh! Que doce momento. Eu, ele, um risco de galinha, meia dúzia de fios e uma tesoura sem ponta. E em alguns instantes, para um dos meus mais inesquecíveis regozijos, eu bordei. E bordei, bordei, bordei, bordei, bordei, bordei e bordei. Como eu bordei aquele pano de prato!

Só depois de quase três horas, ao me levantar, pude ver que o bordei na minha saia. Coisa de iniciante. Mas isso era só um detalhe diante tanta emoção. Eu havia dado o primeiro passo em direção a um novo e eletrizante caminho. Eu já não seria mais a mesma e minhas mãos poderiam enfim descansar tranquilas sobre minhas costuras.

 

A Arte do Não Saber….

Texto escrito para o dia do Artesão de 2012 um pouco mudado… Direto do túnel do tempinho. Afinal, nem faz tanto tempo assim…

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Eu não sei tanta coisa. Das mais fáceis às mais secretas, das mais poéticas às mais concretas, das simples às complexas. E no meio de todas as coisas que eu não sei, estou eu e o que sei. E nas duas pontas vive tudo o que eu não aprendi no passado e tudo que ainda posso aprender no futuro. Prêmios a serem alcançados todos os dias. A cada instante.

E esse é o meu fascínio por essa coisa do handmade. O fato dele nos colocar constantemente no papel de humildes aprendizes. Por esse ofício me proporcionar constantemente  esse exercício do aprender. Por disponibilizar tantos desafios. E há tanto a ser desvendado nesse universo do “faça você mesmo”.

Produtos diferentes e formas de produzi-los tão completamente não iguais. Numa agulha bordamos, com outras costuramos. Temos as que erguem pontos meias e tricôs, as que fazem correntinhas para pontos altos e baixos, as que colocamos nas máquinas, as grandes, as pequenas, as nacionais, as importadas… Para cada agulha uma linha, uma lã, um tecido. Para cada ponto erguido um aprendizado, uma ponte que atravessamos, um ensinamento que fica. Me vejo do outro lado.

Aprender! Aprender. Como eu gosto de aprender! Adoro a sensação de olhar algo que eu não tenho a menor ideia de como funciona. De como ficou em pé, ou de como colocaram aquele bendito zíper. Como é divina a sensação de não saber tudo e poder dizer isso despida do medo do implacável julgamento do parecer inferior. Eu não tô nem aí para o que pensam do que eu não sei.

E tem tanta gente que sabe! Por isso, é Igualmente libertador poder encher a boca para elogiar trabalhos de pessoas talentosas sem a obrigação de competir com elas, apenas porque reconhecer outros talentos é legal. Faz bem para quem é reconhecido e um bem ainda maior para quem os reconhece. Eu adoro ver o que as pessoas criam com seu talento, suas linhas, tecidos, feltros, lãs, agulhas, colas, tesouras, botões, papéis, fitas, rendas… É tanta gente cheia de arte, de intenções, de dons! E eu fico encantada com os materiais, com as formas, com as cores… E ainda mais encantada com quem precisa de quase nada para fazer coisas lindas e maravilhosas. Sim, porque talvez a beleza oculta dessa coisa do feito a mão seja justamente essa: a simplicidade dele ser tão humanamente alcançável. Por mais que este alcançável varie de mim para você, de Simone para Isabela, de Anas para Elos, de Patricias para Queilas, Dedas e Cristinas… E isso é tão legal. É essa variação que faz tudo ser tão coloridamente diferente.

E é essa a minha mensagem especial para o Dia do Artesão. Para vocês amigas artesãs, crafteiras, bordadeiras, crocheteiras, tricoteiras… Obrigada por me inspirarem e me ensinarem a ver o quanto ainda tenho para aprender!

Ou Isto ou Aquilo?

Outro texto meu publicado pelo Blog do Elo7…

almofadas_isto

E toda vez que eu abro meu armário de tecidos eu penso: o que vou costurar hoje? Daí vejo aquelas linhas de bordado em meadas abandonadas em tantos tons e cores que resolvo bordar, mas só até encontrar um novelo de lã. É. Porque daí me dá vontade de fazer crochê e essa vontade só passa quando encontro meu estojo de agulhas de tricô e decido fazer uma trança ou um jacquard. É tanta vontade de fazer tanta coisa que me perco em meio a tantos quereres. O tempo que falta pra minhas costurices me afoga em dúvidas na hora de escolher o que fazer. Quando eu crio para a PivCat é mais simples, eu meio que decido por um produto e estipulo o processo. Por exemplo, no dia de fazer saquinhos eu começo escolhendo os tecidos, forros e passo um bom tempo pensando no que bordar. Na sequencia eu escolho as rendas, os botões, as fitas e outras frescuras e depois, só depois eu parto alucinadamente pro cortador. Até hoje não sei como não perdi um dedo, dois ou todos eles. Você por acaso já viu uma canhota com um cortador na mão? Nem queira. E eu resolvi falar disso porque outro dia fui na Mega. Me acabei de bater pé por lá… De tudo que eu queria comprar eu só comprei o que podia, e era pouco. Muito pouco perto de tudo que eu queria, precisava e necessitava urgentemente. As “mina pira” nos tecidos. As “mina pira” nos botões. As “mina pira” nos feltros. As “mina pira” na fila da esfiha. As “mina pira” geral. Essa é a real. Daí, no day after de toda uma Mega lá fui eu organizar minhas novas aquisições. Oba! Hoje vou costurar. Ok. E o que eu vou costurar? Não me passa pela cabeça “jamais” costurar algo que leve mais de 40 centímetros dos meus amados tecidos. Brincadeira! Quer dizer, mais ou menos brincadeira. A verdade é que além de apegada aos meus amados tecidinhos… eu me amarro mesmo é em fazer coisinhas pequenas. Quanto menor for o projeto mais eu gosto. E por maior que seja meu infinito amor por minha nova Janome, eu curto mesmo é uma costurinha feita a mão, na munheca com a cara e a coragem, jujubas, chocolates, tv a cabo e muito dedo furado. Minhas agulhas prediletas são aquelas que só de olhar já furam. Aquelas que entram como manteiga e fazem tudo que a gente manda! E sem reclamar. E eis que lá estava eu mais uma vez diante da indecisão do que fazer. Preciso resolver esse repetitivo dilema e não faço ideia de como. E naquele domingo pós compras eu tricotei… Quando temos um objetivo é tudo tão mais divertido e produtivo! É isso! Vou voltar a fazer minhas almofadas, meus bordados, meus saquinhos e deixar tudo guardadinho para um bazar bem fofo e especial de final de ano. Quem sabe assim eu possa me livrar da atordoante dúvida entre o isto ou aquilo. Será?

Um Metro de Felicidade

Esse foi meu primeiro texto no Elo7, de lá pra cá quase nada mudou, mas os meus cabelos…. Quanta diferença!

yardfelicidade

Tem tanta coisa na vida que a gente não esquece: o primeiro beijo, o primeiro sutiã, o primeiro bordado, a primeira necessaire, a primeira encomenda de tecidos importados…
E é tão bom poder falar sobre isso e ser compreendida.
É porque em qualquer outro lugar que eu dissesse algo assim, iam achar que estou maluca. Mas vocês não. Vocês me entendem.

E entendem também as aflitivas conjecturas da espera pelos novos tecidos que parece que nunca mais irão chegar:
– Ai, roubaram minha encomenda.
– Não acredito que o meu envelope tá preso no Correio.
– Bem que eu desconfiei daquela loja. Nunca mais coloco meu mouse lá.
– Acho que amanhã vai chegar.
– Acho que até terça já chegou.
– Acho que um dia chega. Será?

E depois dessa montanha russa de emoções, quando estamos praticamente enlouquecendo, eis que chega. Normalmente quando já começamos o projeto com outro tecido, outro tamanho, na real, outro projeto.

Mas tudo bem, chegou e a gente esquece tudo: do tempo que demorou, do cartão que estourou, até da cara de alguns tecidos que a gente, a esta altura, também tinha esquecido que comprou. Mas tá valendo. Veio embaladinho, dobradinho e cheirosinho… Ai, que amor!

Eu tenho paixão por tecidos. Às vezes chego a pensar que comecei a costurar só para ter uma boa desculpa para comprá-los sem ser internada. O ponto alto do meu processo de criação na arte do costurar é escolher o projeto, abrir meu armário de tecidos, tirar uma pilha, duas… e concluir em voz alta: Não acredito que não tenho um bendito de um tecido que combine com esse projeto. Saco! Vou ter que comprar novos tecidos! Eba!

Me amarra! Me amarra! Me tranca num quarto, mas sem internet. Porque se tiver internet eu ligo e compro, nem que seja um pedacinho.

– Pô, mas eu não tenho nem um tecido de pipoca? Isso é um absurdo.

Sim eu sei. Bem mais absurda é a constatação. Mas não fazemos por mal. É esse mercado, que lança o tempo todo uma coleção nova assinada por um designer mais incrível que o outro. É pior que o mercado da moda. A gente fica com 12 estações em um só ano: as quatro nossas, as quatro dos Estados Unidos e as quatro do Japão. Fazer o que? A vida é dura. É primavera aqui, inverno lá, verão patacolá. É muita ferveção!

Hoje é dia do Artesão!

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E dia de São José! E os sinos da Paróquia dele aqui do lado de casa não param de badalar. Eu acho lindo! Será que as datas tem alguma coisa a ver? A do dia do artesão com o dia de São José? Afinal, ele era carpinteiro… Sei lá, pirei?

E como comemorar esse dia em grande estilo? Que tal navegando por sites lindos de costura  com inspirações maravilhosas e um cartão de crédito Visa Platinum sem limites? Por favor, o meu sem golfinho! Quem pode pode mas e quem não pode? Quem não pode sonha. E é sempre mais seguro sonhar do que gastar.

Acho que vou comemorar costurando o que certamente é mais enriquecedor do que sair gastando uma grana com tecidos lindos de novas coleções incríveis. Quem precisa disso? (paro e penso) Eu preciso! Eu sempre preciso, mas posso esperar.

Feliz dia do Artesão queridas amigas e amigos. Que a gente possa criar super projetos, produzir produtos incríveis e espalhar lindezas em bazares e wwws do Brasil e pelo mundo. Um excelente trabalho pra todas! E que São José nos proteja da desleal concorrência e das dedadas no olho. Beijinho no ombro. Amém!