O telefone tocou, fui atender…

“…na madrugada quero estar com vocêêêê…

Quando alguém me diz que está duro, falido e afundado no especial, eu entendo. Agora quando esse alguém é freela e tá duro, falido e afundado no cheque especial, eu choro. E é simples, rola projeção. Essa coisa de se colocar no lugar do outro pra mim é praticamente um exercício de autoconhecimento.

Não é fácil a gente não saber o que será será do amanhã. O que teremos ou não teremos no bolso, no banco, em mãos. É que o fluxo de trabalho de quem vive “por conta” é extremamente sujeito a variáveis, começando pelo sujeito que nos contrata. Mas quando tudo dá certo a coisa “fluxo” funciona mais ou menos assim…

Roda Gigante
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13 comentários

  1. Oi Marcela, olha, apareci aqui daquela famosa relação “por acaso”. Fui aluno do Lent, que eu sigo no Twitter, que também te segue, e eu acabei querendo seguir. Todos os seus últimos posts foram demais, acho que porque me vejo nessa situação. Passei por quase 10 anos de agências e há exatamente 1 mês e alguns dias, joguei tudo pro alto e resolvi tocar meus “frilas”. Gostei do blog, vou acompanhar. Não esqueça de mandar mais dicas para novatos. 🙂

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