Agosto 2, 2009

Post de Abertura

… E pra quem interessar possa eu continuo freelando…

Pra dizer que nada mudou, mudou. Eu passei o último ano e pouco freelando mais como roteirista do que como redatora. Fiz umas coisinhas na propaganda, uma delas  foi o Galerinha do Futuro com a Urbana, batizei e criei o perfil de algumas personagens e as brincadeiras do site.  Foi bem legal de fazer. Adorei! Trabalhar com os Urbanos Pedro e Dani é massa. Se quiser dar uma olhadinha : )

galerinha

Eu também tive um ano incrível na TV Pinguim como roteirista da série de animação Peixonauta, exibida pela Discovery Kids. Você pode conferir em dois horários http://www.discoverykidsbrasil.com/personagens/peixonauta/ ou ver uma palinha aqui

Agora estou escrevendo o longa do Peixonauta, outra experiência que eu tô adorando!

Nesse meio tempo lancei a Carteira da Mãe, A Carteira do Aniversariante e a Carteira do Corno. Todos irmãos da minha idéia da Carteira do Namoro, que graças a Deus de tempos em tempos me ajuda a salvar parte da prestação da nova TV. Estão todas a venda na Editora Matrix e outras lojas do mundo ponto com. Aproveite a promoção especial para cornos! (brincadeirinha).

meninapivcat

Fora isso montei uma lojinha para vender uns produtos feitos a mão e outras idéias gráficas. Tem PivCat no  www.elo7.com.br/pivcat . Maridão diretor de arte, produtor gráfico e ilustrador cria e faz a parte gráfica, eu crio, encho o saco dele e costuro umas coisinhas, bordo outras, invento mais tantas…  Essa coisa de costurar nasceu depois que larguei o cigarro e me atraquei com uma  agulha de bordado. Amei bordar! Amei fazer origami! Amei parar de fumar. Estou tem três anos longe do vício e sem a menor vontade de voltar. Hip! Hip! Hurra! Não foi fácil, mas eu larguei. Bom, mas voltando ao assunto “meus produtos” eu adorei essa coisa de costurar, de pensar num produto. É muito gratificante, embora o processo seja bem complicado e demande um trabalho incrível. Mas depois que entrei no flickr, nem lembro agora o porquê, minha vida ficou mais divertida. Encontrei meninas super talentosas, amigas dispostas a ensinar, a dar toques, incentivar… Eu tô lá em www.flickr.com/primeirospontos

Pronto! Foi mais ou menos isso que eu andei fazendo nesses tempos.

E outro dia eu recebi um email de um cara que falava algo assim: “pô, eu precisando ler seus textos de freela e você fazendo essas coisas de mulherzinha?” ahahahahah. Ai, ai é cada uma que me aparece! Adoro.

Pra ele e tantos outros queridos que enviam emails prometo tentar ativar esse blog mantendo o minimamente atualizado. Vou catar os textos antigos da Revista Webdesign e colocar aqui também.

E eu que tava assistindo a Fazenda, aguentando o Brito Junior e tudo mais, mas depois que o Teo, o Fábio e a Mirella saíram não tem mais graça aquilo lá. Que droga! Agora preciso enrolar naquela água do Ganges de Caminho das Índias para assistir a minha cápsula de humor pré bons sonhos, o Furo MTV.

Outubro 7, 2009

No céu!

Trocando emails com uma amiga me veio a inspiração pra esse post…
Ando pensando muito nessa coisa Céu, não a cantora, o lugar mesmo, propriamente dito.
Um espaço suspenso perto das nuvens.  Tomara eu ganhe asas, porque morro de medo de altura.
Mas por que diabos eu ganharia asas?

Eu sempre penso no céu como um lugar com um azul da cor do céu (dã), nuvenzinhas brancas fofas bem branquinhas, um jardinzão com flores. Tudo limpinho, bem cuidado. Uns anjos passeiam com asas. Que louco né? Faria mais sentido se estivessem voando. Mas os passarinhos também, nem sempre estão voando.
No meu céu tem um monte de coisas legais pra fazer e uns rangos maravilhosos. Muitas docerias, duas, três por quarteirão, muito suspiro. Tem uns bancos pra gente sentar, bem confortáveis.  Na verdade eu não sei se são mesmo confortáveis porque se eu já estive por lá, esqueci. Não lembro.

Eu não conheço as pessoas que andam por lá, mas eu sei que tem um bom bocado delas pra eu visitar.
Minha casa no céu vai ter muita janela e eu quero todas abertas, se entrar ladrão e me matar não vou nem ligar mesmo. Não deve ter ladrão no céu. Nada parecido com violência, pelo menos quando penso nele não sinto medo.
Eu não sei porque mas tudo é muito branco no meu céu. Parece anúncio de sabão em pó. Branco alvejante! Então, minha casa vai ser branca. E mesmo com minha irmã, meu pai e minha mãe por lá, eu acho que eu prefiro morar sozinha, pelo menos até meu marido chegar da viagem da vida.

Eu tava falando com a minha amiga da gente escrever um livro, mas a gente tá demorando tanto que ela mesma sugeriu que a gente faça isso lá de cima. Já que, assim como eu, ela acha que o céu deve ser um lugar inspirador e com tempo pra esse tipo de projeto. Eu sugeri que a gente faça um primeiro livro juntas ainda em vida, pra abrir mercado pros leitores mais céticos. Mesmo porque não é todo mundo que curte livro psicografado.

Quando eu for pro céu quero ficar lá alguns milhões de anos. Eu tenho a maior preguiça dessa coisa de reencarnação. Ter que aprender a andar, falar, escrever, tudo de novo. Fora catapora, aquela fralda molhada Ai! Que preguiça.
E os budistas falam que a gente tem 14 encarnações. Pelo amor de Deus, se eu já tô exausta na primeira, imagina como eu vou chegar na décima quarta? Quatorze é vai e vem pra dedéu. Tô fora. Eu vou fazer parte da moçada da resistência a reencarnação. Deve ter alguém com a mesma preguiça que eu por lá.

Setembro 15, 2009

Manhê!!!!

Cópia (2) de Eu_mami2

Minha família foi um mar de seis ondas.

Eu demorei pra entender essa poesia criada pelos meus pais: MARcos e MARia.

Do mar desse amor nascemos quatro: MARcia, MARta, MARina e MARcela.

Ontem, na madrugada do dia quatorze de setembro a onda Maria partiu.

Eu cheguei em casa atordoada de sono, mas não consegui dormir. E quem consegue dormir com uma saudades dessa? Pesa, não dá pra sentir o macio da cama, nem o calor das cobertas a gente sente só frio, frio e medo da tristeza que esta sentindo. Meu medo maior agora é imaginar que ela possa não ter fim.

Em cinco anos minha família de mar perdeu três de suas ondas: meu pai, minha irmã Marina e agora minha mãe. Ficamos pela metade, divididas, sem pai nem mãe e esse sentimento é desolador. Por mais que os números sejam iguais me sinto em desvantagem. Quero minha mãe, quero meu pai, quero minha irmã. E nessa hora as perdas se misturam e sós no vazio dela se multiplicam. E daí eu começo a pensar que se existe mesmo vida depois da vida que eu possa abraçar de novo a minha mãe e bem forte.

Agosto 23, 2009

Férias

Da série o misterioso e incompreendido mundo do freela

- Então, tô saindo de férias.
- Férias do quê?

E minha mãe fazia quase a mesma pergunta, mas de outro jeito quando ela ligava no meio da tarde e eu dizia que estava trabalhando e não podia ficar muito de papo.

- Ué, mas você não tá em casa?

Ahãm. Eu tô em casa. Ahãm eu vou sair de férias. Ou será que por que sou freela não tenho direito a férias? Tenho sim e se existisse a Ilha da Fantasia me mandaria fácil pra lá e pediria pra ser rica, loira e tomar coca-cola o dia inteiro sem me preocupar com a barriga. De repente me imagino pedindo uma coca-cola bem geladinha pro Tatoo. E se não fosse abusar demais da coisa “pedido”, eu queria que a minha Net fosse realmente rápida, já que quando eu comprei o serviço eles juraram em contrato que iam me tirar da Sibéria. Ahãm…

E eu tô mesmo precisando tirar férias e como não tenho chefe (pra tirar férias dele) vou tirar férias de mim. E o que numa empresa é um direito adquirido, na vida de freela é uma sucessão de conquistas, do contrário sair de férias seria impossível.

Quando se é registrado a programação de suas férias é feita pela empresa, e eles até pagam por ela. Agora, quando se é freela a responsabilidade dessa programação é 100% nossa, bem como todas as despesas referentes aos dias “parados”. De repente me imagino em freeze tomando uma água de coco. Que louco!

E ao contrário do clima empresa, em que seu chefe já sabe das suas férias e tem tempo suficiente pra elaborar o luto, na vida de freela é preciso comunicar o momento férias com carinho e amor pra todos os chefes da vez. E atenção! Lembre-se de enfatizar que você vai, mas volta.

E prepare-se, quando se está há poucos passos das férias existe algum movimento misterioso (de algum espírito de porco astral) que aciona uma bela meia dúzia daqueles orçamentos que estavam pendurados. E eles começam a cair quase como bananas, em pencas sobre sua cabeça. É impressionante. Respire fundo, agradeça e diga não com jeitinho. Do contrário, adeus férias.

O momento gozar de férias não é um episódio simples na vida de um freela mas como em qualquer férias é delicioso. É   só se programar, tomar coragem,  juntar as conquistas, ter paciência consigo mesmo e um certo otimismo pra levantar âncora e lançar velas ao mar. Férias, ahhh que bom que és tão plural. Iupê!

Matryoshka de Férias

Matryoshka de Férias - ilustra do maridão, feita por mim. Tem na PivCat!

Agosto 19, 2009

Vai um freela no risco aí? E uma coxinha?

Quem curte gelada é pinguim! Esse é da PivCat :D

Quem curte gelada é pinguim! Esse aí de cima é fofo e é da PivCat :D

O que é mais arriscado: pegar um job daquele cliente que te paga em rodízio (ou seja, um job sim outro não) ou aceitar um freela no risco? Deixa que eu respondo, pra mim a segunda opção é a mais arriscada. Afinal, o primeiro ainda pode vir a te pagar, nem que seja em crédito de carbono, já o segundo…

A verdade é que trabalhar no risco é arriscado apenas para quem entra com o risco. No caso, você. E o mais maluco é que normalmente o cara que te chamou pra trabalhar no risco esquece que você a princípio não está recebendo nem um centavo de real por aquele trabalho.

- Temos reunião hoje as duas, amanhã as quatro, quinta as seis e sexta um almoço em Carapicuíba, ok? – dispara o new boss
- Como assim, Carapicuíba?

Essa é a típica hora que dá vontade de morrer. Além do cara esquecer que você não tá recebendo nada, ele também não quer deixar tempo pra você faturar trabalhando pra quem te paga. E fica ofendido achando que você não está se empenhando, dando o melhor de si, blá, blá, blá.

Pra não escutar desaforos, ou pelo menos tentar evitar alguns é importante estabelecer desde o primeiro encontro até aonde você será capaz de ir em nome de um job de risco. Entende-se por job de risco aquele que você corre muito mais o risco de não receber do que de receber. Estabeleça seus horários, locais de trabalho, número de idas e vindas, etc… Afinal, você gasta uma grana indo e voltando, estacionando. Some tudo, tudo. Até aquela coxinha com guaraná que rola quando o cara marca uma reunião as onze e meia e te atende as dez pra uma.

Não esqueça que além de trabalhar no risco você inevitalvelmente terá que investir algum. Numas situações (não todas) eu tenho a impressão de que, trabalhar no risco parece mais uma maneira agradável de te chamar pra trabalhar de graça. É, uma coisa:
- Faz aí que se rolar a gente te paga lá pra frente.

E esse lá pra frente seria aonde? Quando? Será que dá pra ser mais específico, tipo uma data? E é incrível como os caras que chamam a gente pra trabalhos no risco tão sempre com o risco deles numa confortável poltrona, só no conforto garantido. Resumindo e embrulhando essa coisa de freelar no risco pra mim deu.  Mesmo porque quem vive no risco é camisa xadrez e eu, tô fora. Aliás, bem fora. Xis no risco.

Agosto 15, 2009

Espirro em Lá Maior

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Não descobri ainda se tenho um gato ou um maestro de pêlos caminhando o seu tactac pelo nosso carpete de madeira. Só sei que mesmo dividindo o mesmo espaço com essa felina criatura por dez longos anos, ainda não entendi por que ele fica completamente desesperado quando alguém espirra.

- Atchiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!

E lá vem o gato ambulância miando de onde estiver, veloz, cortando armários, mesas e cadeiras ao encontro do espirrento pra prestar socorro. Ele chega, estaciona e mia, mia desesperadamente enquanto procura provas vivas de que você não está morto. O pobrezinho se esgoela até ser acarinhado e escutar:

- “Tá tudo bem gato Laranjo (ele é macho) foi só um espirro.”

De verdade não sei bem se ele para de miar porque dizemos isso, ou porque somos mais loucos que ele e achamos que ele nos entende. Afinal, mais louco do que falar com ele talvez seja imaginar ele nos respondendo. Coisa, aliás, que o felino faz com freqüência, nos responder. Inclusive fazendo malcriações quando é repreendido ou se sente injustiçado.

A dúvida entre ele ser um gato ou um maestro disfarçado de gato vivendo uma encarnação só de comes, bebes e preguiça é que não é todo espirro que o desespera. Existem os em tom específico que não o altera, pelo contrário ele observa de longe com olhar de aprovação. Como quem diz:

- Agora sim. Agora eu escutei um espirro em lá maior. Coisa boa…

E vira a cabeça peluda como faz o papagaio e dorme. Deita, dorme e se disfarça de gato.

Agosto 13, 2009

Algumas Vantagens e Desvantagens de ser freela

Esse slide também é da palestra de 2005. Tava fuçando nela todinha pra ver se eu podia reaproveitar alguma coisa pra colocar aqui no blog.  O mais louco é o quanto ainda sinto o mesmo com relação as vantagens e desvantagens de ser free, embora eu somasse a ele mais alguns prós e contras.

vantagens

Mundo pont com bic, a não ser que eu tenha dado de bom grado, realmente sou capaz de amaldiçoar até a última geração de quem sumir com uma simples Bic minha. Mesmo porque não compro qualquer Bic, só uso a Diamante Preta. Mas obsessões a parte o fato é que essa coisa Bic me remete a solidão do mundo freela.  E essa solidão tem sintomas inexplicáveis como chorar no desabafo emocionado de um Big Brother ou torcer por um participante da Fazenda. É o peso do confinamento,  de passar o dia todo em casa sem a justa chance de virar celebridade ou poder fazer uma grana posando pra Vip.

Outro dia meu marido falou que ia ao supermercado comprar um peixe pro jantar, de repente me vi implorando pra ir junto. Eu pedia, “me leva, me leva daqui pelo amor de Deus me tira dessa casa, desse lugar. Eu preciso ver alguém, o cortador de queijo, a mocinha do caixa, uma sardinha, um atum, eu preciso interagir, eu preciso interagir, eu preciso interagir…”

Tem também a parte triste da gente tomar cafezinho sozinha, até pra mim que não tomo café é triste. Agora uma coisa é fato, quando se trabalha como freela é preciso tomar muito cuidado pra não transformar a hora do cafezinho num calórico regabofe. E não é nada fácil trabalhar a poucos metros de uma lata de leite condensado clamando pra virar brigadeiro. Eu é que sei.

Essa coisa de jogar uma Bic sem tinta fora me pega. Ela resume de forma objetiva a minha solidão e ao mesmo tempo meu egoísmo corporativo. Eu não divido, eu não reparto, tudo no meu ambiente profissional é meu, é meu, é meu… Serei eu um monstro? Analiso, mas depois desencano.

Agosto 11, 2009

Notas de uma Ópera

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No último post infográfico abordei um ciclo positivo na vida de um freela. Mas, infelizmente nem tudo corre tão bem, principalmente naquela parte entre a nota e o recebimento.   Ah! Existem notas que nem uma mãe Diná seria capaz de adivinhar quando serão pagas. E as desculpas sinceras são muitas:

1)      Tem quem esqueça, ou pelo menos, finge que esqueceu:
- Poutz! Sua nota! Foi mal, hein! Tô encaminhando AGORA pro RH.

2)      E tem também quem finge que lembra, mas esqueceu:
- Poutz! Você não recebeu? Que loucura…

3)      Tem quem culpe o cliente. Mas, afinal, quem é o cliente?
- Poutz! Você não sabe. O cliente não pagou a gente ainda…

4)      Tem quem se justifique usando a velha artimanha do “meu sócio”…
- Poutz! Sabe o que é? Meu sócio, cara. Ele viajou e não assinou o seu cheque.

5)      Tem o famoso “passa amanhã”.
- Poutz! Me enrolei legal aqui. Mas, não preocupa não, que amanhã sem falta eu tô fazendo seu depósito.

6)      Tem o clássico
- Poutz! Se você tivesse ligado ontem…

7)      Tem o não menos clássico
- Poutz! Sua nota já não tá mais aqui no setor. Faz assim quando a gente localizar ela a gente entra em contato.

8)       Tem a de cortar os pulsos.
- Vence hoje sua nota é? Poutz!

9)       E a de cortar os pulsos do cara.
- Poutz! Te falei que tua nota tá errada?

10)   E tem a que deveria ser ficção científica, mas acontece na vida real
- Poutz! Me dá mais uns vinte diazinhos?

E olha que quando nos chamam para o freela nos julgam minimamente inteligentes. E a gente se mata pra criar coisas legais, tem o maior trampo para ser original, criativo e os caras não se dão ao trabalho nem de inventar umas desculpas mais maneiras, mais Cannes, mais alinhadas com o público alvo. Fala sério. Afinal, pensar fora da caixa não é pensar fora do caixa. E pode ir passando meu dinheiro aí.

Agosto 9, 2009

O telefone tocou, fui atender…

“…na madrugada quero estar com vocêêêê…

Quando alguém me diz que está duro, falido e afundado no especial, eu entendo. Agora quando esse alguém é freela e tá duro, falido e afundado no cheque especial, eu choro. E é simples, rola projeção. Essa coisa de se colocar no lugar do outro pra mim é praticamente um exercício de autoconhecimento.

Não é fácil a gente não saber o que será será do amanhã. O que teremos ou não teremos no bolso, no banco, em mãos. É que o fluxo de trabalho de quem vive “por conta” é extremamente sujeito a variáveis, começando pelo sujeito que nos contrata. Mas quando tudo dá certo a coisa “fluxo” funciona mais ou menos assim…

Roda Gigante

Agosto 4, 2009

Flash Back Me

No final de 2005 eu criei os 10 mandamentos do freela e desde então venho tentando seguir cegamente cada um deles. Tem hora que não é nada fácil, principalmente o número seis, o nove, o cinco…

Os 10 Mandamentos do Freela

E eu ainda não consegui pensar em uma resposta inteligente e fina para aquele “colega” que quando cruza com a gente faz a famosa perguntinha idiota: – E aí, tá trabalhando ou tá em casa fazendo freela?

Dai me paciência, Senhor!